Abaixo você pode ver alguns exemplos dos diferentes tipos de recursos que o Pais oferece. Para mais informações sobre vídeos de treinamento, programas, pacotes e livros, entre em nosso site de recursos especiais (somente em inglês): MYPAIS.com.

Livewire - Programas Catalisadores

Porque Você É Amado

O Flow

Devocionais Haverim

Livros de Paul Clayton Gibbs

A Semente e a Nuvem

Você já teve a sensação de que Deus não estava onde você esperava que ele estivesse? Já teve a sensação de perder o senso de conexão e assim, o senso de propósito? Já sentiu que perdeu a direção na sua vida? A Semente e a Nuvem, de Paul Clayton Gibbs, fornece um guia prático para descobrir o propósito de Deus em sua vida. Mostrando como pensar e não o que pensar, ele mostra como questionar Deus com as perguntas certas, a fim de conseguir melhores respostas.

Leia o resumo

Você já se perdeu de Jesus?

Aconteceu com algumas das melhores pessoas.

“Todos os anos, os pais de Jesus iam para o Festival da Páscoa Judaica. Quando ele tinha 12 anos, não foi diferente. Depois do festival, seus pais retornavam para casa, mas não se deram conta de que o menino Jesus tinha ficado em Jerusalém.”

Primeiramente, não perceberam que Jesus estava perdido, mas quando o fizeram…

“…começaram a procurar por ele entre a família e os amigos”.

Você já teve a sensação de que Deus não estava onde você esperava que ele estivesse? Já teve a sensação de perder o senso de conexão e assim, o senso de propósito? Já sentiu que perdeu a direção na sua vida? Às vezes quando isso acontece, cometemos o mesmo erro dos pais de Jesus… o procuramos no lugar errado.

É a natureza humana. Então, quando eu peço a alguém que considere uma oportunidade, eu os coloco em uma bolha.

Veja, quando uma decisão ou uma oportunidade é colocada na frente de alguém, ele pode dizer “Vou orar sobre isso”… mas isso não acontece. Pelo menos não de início. Ao invés disso, ela procura pelas direções de Deus perguntando para pessoas que ela ama ou respeita. Depois disso, aí sim ela começa a refletir e orar, mas a essa altura sua mente e seu coração já estão contaminados com a opinião das outras pessoas e a tarefa de reconhecer o Espírito Santo se torna mais difícil.

Então eu o coloco em uma bolha. Faço com que eles prometam que não falarão com ninguém até que ela mesmo tenha se perguntado uma questão em particular, a qual vou te falar logo mais. Então, após estabelecermos um certo período de tempo, eu a encorajo a perguntar aos outros. O objetivo da minha “bolha” é ajudar as pessoas a entrarem numa jornada exclusivamente com Deus e evitar que se caia em corta-caminhos com seu “guru” espiritual mais próximo.

Afinal, somos todos peregrinos, como Maria e José. Peregrino é definido como:

“Aquele que viaja para um lugar sagrado com propósitos religiosos”.

Ainda assim, alguns de nós parecem perdidos. Já perdi a conta de quantos líderes já me encontrei para tomar um café e ouví-los perguntando: O que está acontecendo? O que eu estou fazendo? Por que estou aqui? Qual é o próximo passo?

E essa crise de existência é um problema.

Por que?

Porque fomos criados da imagem e semelhança de Deus. E por que?

Para que podemos ajudar outras pessoas a verem a Deus.

Isso me inspira.

Mas também é um pouco estranho.

Me preocupo com uma vida fragmentada, desajeitada, pode transformar a imagem em algo que não é. Em alguém que não sabe o que faz com a gente. Alguém que brinca de esconde-esconde com a gente. Essa não é a imagem que Deus quer que minha vida projete a respeito dele e apesar de eu não ter todas as respostas para os meus amigos, eu tenho em mente o que pode ser a jornada de um peregrino. É um processo que começa com melhores perguntas do que as que geralmente fazemos.

Para te fazer essa pergunta, deixa eu te fazer uma outra primeiro. Se vivemos pela fé, qual é o lugar sagrado para o qual estamos indo?

Você vai encontrar a resposta nesses Padrões do Reino.

Os Padrões do Reino fornecem um auxílio que ajuda o propósito de Deus em você crescer forte e seguramente. Não são para lhe restringir mas para designar e guiar seu crescimento. Não são artificiais ou estático… são orgânicos.

Cada um dos 5 padrões que escolhi para o livro serão ensinados em três etapas:

O padrão: Apresentarei um diagrama para figurar a jornada na qual você pode entrar. 

O peregrino: Usarei um personagem da Bíblia para revelar um propósito. 

As práticas: Vou te dar um conselho para ser aplicado ao longo da jornada.

Pioneiros do Reino, Princípios do Reino e agora Padrões do Reino. Todos os livros podem ser lidos em qualquer ordem, mas todos requerem a paixão para viver para o Reino Dele. Requerem um coração que busca expandir a vontade de Deus pelo mundo. Fazendo isso, descobriremos algo muito relevante:

Muitos do nossos desejos são plantados por Ele.

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A Nuvem e a Linha

Deus tem preferidos?

Essa pergunta é a introdução do livro de Paul Clayton Gibbs. Em seu estilo poético de escrever, ele desdobra seis Princípios do Reino, cada um sendo desafiador, único e até um pouco misterioso. Esse livro não trata apenas de problemas superficiais. Com ele, você irá remoldar sua fé e suas escolhas. Leia o livro e pare de “cristianizar” sua vida!

Leia o resumo

Os que permanecem na linha

Existe uma linha.

Muitos cristãos se compromete a viver nessa linha. Eu os descreveria como aqueles que nos definem e confinam através da tentativa de dividir o que podemos e o que não podemos fazer como cristãos; o que julgamos moralmente correto ou não.

Criamos dois extremos. De um lado, procuramos por um ponto onde as coisas que fazemos são meramente “aceitáveis”. De outro, criamos um ponto onde queremos chegar a fim de receber as recompensas que buscamos.

No mundo onde vivemos apenas na linha, fazemos perguntas simples.

Em se tratando de generosidade:

Quando devo dar a Deus para não ser castigado?
Quando devo dar a Deus para ser considerado generoso?

Em se tratando de perdão:

Que pecados cometidos contra mim devo perdoar?
Com que frequência devo perdoar para que eu seja reconhecido como alguém que perdoa?

Em se tratando de entretenimento:

O que me é permitido assistir para não ser acusado de “secular”?
Até onde posso ir e ainda ser reconhecido como puro?

É como se desenhássemos uma linha na areia sobre certos assuntos e nossa fé se torna apenas um exercício para ficarmos na mesma posição. Uma vez que definimos a posição, lutamos para defendê-la contra qualquer pessoa que pense diferente. Provar que estamos certos se torna nossa missão e assim seguimos em uma cruzada errada.

Somos lineares em nossos pensamentos e lineares em nossos corações.

Mas perceba: Você não pode viver além da linha se não houver nenhuma linha além para viver.

Os Princípios do Reino não são lineares.

Eles são um chamado para vivermos além da linha.

Hipnose 

Você sabe como hipnotizar uma galinha?

Segure a cabeça dela com o bico encostado no chão e seus olhos apontados para baixo. Então, trace uma linha do bico para trás. Ela não conseguirá se mover.

Ela se manterá ali, olhando para a linha que você desenhou. Não sairá do lugar. Eu garanto.

Você sabe como hipnotizar uma pessoa?

Da mesma forma.

Faça-a olhar para uma linha abaixo dela. Também não se moverá. Será difícil sair do lugar. Ela estará confinada ali.

We are called to soar like eagles, but we have been grounded like chickens.

Somos chamados para voar como águias, mas as vezes ficamos no chão como galinhas.

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A Linha e o Ponto

Você tem uma ideia, uma visão, uma paixão para trazer mudanças? Se sim, você precisa ler esse livro. Nesta segunda edição totalmente revisada, A Linha e o Ponto te equipa para navegar nos quatro estágios sobre visão. Desenhando sua própria experiência ao ser pioneiro do Movimento Global Pais, de missionários que fazem missionários, o autor e palestrante Paul Clayton Gibbs prepara você para passar nos testes que cada estágio traz. Este livro irá prepará-lo para que você tenha sua visão cumprida.

Disponível apenas em Inglês.

Leia o resumo

A Visão vem de uma conversa estranha com Deus.

Deixa eu explicar.

Um dia, enquanto Jesus caminhava pela estrada empoeirada entre nova e a velha Jericó, o velho Bartimeu, filho de Timeu, o chamou:

Filho de Davi, tenha compaixão de mim!

Por quê? Jesus era filho de Maria e José.

‘Filho de Davi’ significava mais do que ser filho de um homem chamado Davi. Era uma marca. Especificamente, era o título dado para Aquele que seria conhecido como o Messias. A declaração de Bartimeu foi incrível, porque um homem que não podia ver enxergou algo que muitas outras pessoas estavam buscando e não viram.

Ele estava no mundo e, mesmo que o mundo tenha sido feito por ele, o mundo não o reconheceu.

Muitas pessoas nos dias de Jesus buscavam pelo Filho de Davi. Os Zelotes pensavam que o Messias seria um herói militar. Eles acreditavam que se pudessem incitar Israel a lutar contra os Romanos, Deus mandaria o Messias para libertá-los.

Os Essênios haviam desistido de Jerusalém e do Templo e correram para as montanhas. Eles viviam em um monte santo, tendo sem qualquer relação com o resto dos Judeus. Eles tinham suas próprias escolas, suas próprias lojas… Essencialmente, sua própria comunidade. Eles acreditavam que o Messias os reconheceria como os únicos filhos da luz.

Os Fariseus estavam buscando por um Messias enviado por um Deus Santo. Se eles pudessem limpar os atos de Israel e eliminar seus pecadores, Deus mandaria o Filho de Davi.

No entanto, eles cometeram o erro que muitos de nós ainda cometemos. A falta de Deus nas nossas vidas. Não porque não sabemos quem Ele é, mas porque decidimos, antecipadamente, como Ele é. Então, quando Ele chega, nós estamos tão ocupados investindo nosso tempo, energia e finanças no que nós esperamos que seja Suas expectativas, que falhamos em ver o que Ele realmente espera de nós.

Nós investimos no Jesus errado.

Para vermos, devemos primeiro nos tornar cegos.

Bartimeu viu com seus próprios olhos os milagres de Jesus, mas só depois que sua cegueira o ajudou a reconhecer o milagre que é Jesus.

Quando Bartimeu gritou o nome de Jesus, Jesus o fez uma pergunta:

O que quer que eu te faça?

Parece algo inusitado para Jesus perguntar. É óbvio. Inusitado? Sim! Incomum? Não! Alguns estudiosos da bíblia especulam que Jesus recebeu cerca de trezentas perguntas durante seu ministério e que ele deu resposta direta para apenas três. Também dizem que Ele fez cerca de 125 perguntas, as quais a maioria foram respostas para perguntas que Ele recebeu. Em outras palavras, se você fizer uma pergunta a Jesus, você terá uma chance em 3 de receber uma pergunta como resposta!

Jesus foi pioneiro, mas Ele também foi rabino, e rabinos respondem perguntando.

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Haverim

Descubra os Quatro Métodos de Estudo Bíblico

Você já percebeu que o estilo de ensino de Jesus era bem diferente dos estudos bíblicos contemporâneos? Ainda assim, a forma como Jesus entendia e desdobrava as escrituras são completamente relevantes hoje. Mais que isso, seu estilo de comunicação rabínica, composto por quatro níveis, é essencial para engajar cristãos e não cristãos.
Transferindo os quadro níveis de estudo em um formato moderno, o Diretor Global do Pais, Paul Gibbs, desenvolveu o que é hoje conhecido como Devocionais Haverim. Essa nova forma de estudo está sendo utilizada por pequenos grupos por todo o mundo, conectando pessoas com Deus e sua Palavra… e ajudando-as a compartilhar com outras.

Leia o resumo

Escurecer

Por que existem tantas igrejas pós modernas produzindo tantos cristãos pré reformados?

Antes da reforma protestante, quando a igreja organizada e reconhecida era apenas a Católica Apostólica Romana, era proibido haver Bíblias escritas em outros idiomas que não fossem o latim. As pessoas de Deus tinham que confiar completamente nos profissionais religiosos da época. Eles não poderiam fazê-lo por si só. Não podiam questionar as interpretações. Nos dias de hoje, poderíamos até acreditar só existem Bíblias escritas em latim mais uma vez.

Poucos a estudam.

Menos ainda são os que passam adiante. 

Tomamos para nós as interpretações dos líderes que idolatramos. As vezes sabemos mais das palavras do Roberto, do Ricardo, do Sérgio e do Augusto do que das palavras de Mateus, Marcos, Lucas e João. 

Podemos não viver mais na era escura, mas quando se trata de entender a Palavra de Deus, vivemos dias de grande ignorância. A era das limitações aceitáveis.

Vivemos na “era do escurecer“.

Cultura

Precisamos, portanto, ir além do currículo para a cultura.

Se realmente acreditarmos que Deus irá mudar nosso mundo usando nossas igrejas para isso, agora é a hora de construirmos igrejas grandes, atrativas e relevantes com o entendimento de estudo Dele em mente.

O inventor James Dyson disse que reinvenção requer uma raiva apaixonada sobre algo que não funciona

E algo não está funcionando, não é?

By that, I mean the purely invitational approach that brings in a crowd
through a great presentation to ‘study the Bible’ by filling in blanks on a
worksheet. That idea is compromised, incomplete, and a little perverted.

Com isso eu quero falar  da abordagem de simplesmente convidarmos pessoas para verem uma apresentação de um estudo bíblico no telão. Essa ideia é incompleta, transviada e perigosa.

Pode fazer as igrejas crescerem, mas será que faz o Reino Dele crescer?

Na maioria das igrejas, apenas os membros regulares frequentam os estudos Bíblicos e raramente eles promovem algum método de estudo capaz de ser facilmente reproduzido em outras formas, passagens ou tópicos.

Normalmente as classes bíblicas ensinam o que pensar e não como pensar.

Tenho o compromisso de trazer as pessoas para a mesma página para que saibam da verdade absoluta. O problema com grande parte do currículo é que nos leva a buscarmos respostas e não a Deus. E com isso eu quero dizer a resposta ou quem nos leve a ela. Quando descobrimos a resposta, ficamos entediados rapidamente. A palavra de Deus se torna cliché: algo profundo, mas enfraquecido  pelas repetições constantes e as mesmas explicações superficiais.

Perde-se a vitalidade. Perde-se a surpresa.

The further problem is that this method of study does not equip us to share that truth with others. It is inflexible, uncreative, and outdated. We live in a new world, with new opportunities, and the need for a new transferable way to share our Gospel.

O problema mais profundo é que esse método de estudo não capacita para compartilhar as verdades com outras pessoas. Não é flexível, criativo e é ultrapassado. Vivemos em um mundo novo, com novas oportunidades e com uma necessidade de uma nova forma de compartilhar o Evangelho.

Enquanto escrevo esse capítulo, estou sentado numa mesa de um Starbucks local. Um cavalheiro mais velho e bem vestido senta-se perto de mim. Ele coloca um guardanapo de papel no colarinho para evitar que se suje enquanto come um sanduíche de peru com queijo. Fico pensando como começar uma conversa com ele.

Se eu conseguir falar com ele e ele demonstrar interesse em descobrir sobre a fé em Jesus, eu sei que agora tenho um novo meio de compartilhar com ele; um método que aborda a Bíblia da forma como deve ser abordada; uma forma que irá apresentar questões e não somente respostas; uma forma que irá guiá-lo por uma jornada de várias faces até que ele descubra por ele mesmo a fé em Jesus.

Enquanto isso também penso como outros seguidores de Jesus se sentiriam na minha posição agora. Será que eles teriam até mesmo interesse em começar a conversa ou eles a evitariam porque não fazem ideia de como desdobrar a escritura com o próximo?

O espírito está disposto mas o treino está fraco?

Penso que talvez sim…

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